sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mistérios e injustiça na comunidade misteriosa

autor: Luana Euzébio dos Santos - 9ª Ano - E.E. Barão do Rio Branco

Protagonista = Velho Policial
Coadjuvante = Velho Policial
Tema = desvendar um mistério sobrenatural
Local = Comunidade misteriosa
Destaque = arma, herança
Evento = desaparecimento, o protagonista morre.

Em um dia comum de trabalho na vila "Comunidade Misteriosa", o velho e caro policial Estiven estava saindo da delegacia indo para sua residência, até que algo o surpreende, um outro policial amigo seu o para na rua e diz o policial para Estivem:
- Estou precisando de sua ajuda!! - Disse o policial Carlos.
- Que tipo de ajuda Carlos, você mesmo me disse que nunca precisaria de minha ajuda, não é?
- Me lembro sim, mas dessa vez é grave, caro amigo! Escute, eu acho que é um mistério sobrenatural, minha filha sumiu junto com toda minha herança que estava no cofre e você sabe ela tem apenas 10 anos e a fortuna? Ninguém saberia a senha do cofre, estou em desespero!
- Mas isso é muito grave Carlos, vamos já trabalhar nesse caso!
Nisso partiram atrás da criança e da fortuna perdida, mal sabe Estivem que está atrás da sua própria morte! Estivem pergunta a Carlos:
- Já está com sua arma?
Carlos responde que sim.
Prontos para entrar na floresta onde a menina gostava de brincar com seu pai, era linda a caverna, com cachoeira e tudo mais!
Já entraram na floresta na esperança de achar a garota!
Estivem disse: - Nossa cara tinha um compromisso hoje, quando acharmo ela vou querer uma simples recompensa.
Carlos disse: - Claro cara!
Depois de duas horas na procura, eles vão até a cachoeira, e lá está a garota, quem achou foi o policial Estivem.
- Carlos, Carlos, achei sua filha.
Carlos corre apressadamente e abraça a garota e pergunta como ela tinha havido parar ali.
Ela assustada responde que uma coisa branca fez ela abrir o cofre e pegar todo o ouro e trazer para cá, ela não sabe explicar o que era a tal "coisa branca". Ela diz que era o espírito de sua mamãezinha porque afinal a herança era dela.
Na hora de pegar sua recompensa Estivem já pega várias notas de cem reais.
Carlos muito pessimista egoísta, esperou Estivem virar de costas e deu um tiro bem em sua cabeça e diz: - Não preciso mais de você! - E sai no carro com sua filha e o cofre!
Sua filha no outro dia, muito apavorada, decidiu ir à delegacia contar o que o pai tinha feito.
Chegando na delegacia a filha dele entregou tudo, até onde estava o corpo de Estivem.
Na mesma hora a polícia prendeu Carlos, e tirou toda a fortuna que era de sua ex-mulher e deu para a filha dele que foi morar com sua avó.
História muito triste, mas ainda bem que a justiça foi feita.

O Caçador de Bestas

autor: João Pedro Lourenço Batista - 9º Ano - E.E. Barão do Rio Branco

Protagonista = Velho Policial
Coadjuvante = Velho Policial
Tema = desvendar um mistério sobrenatural
Local = Comunidade misteriosa
Destaque = arma, herança
Evento = desaparecimento, o protagonista morre.

Um velho policial que morava em uma comunidade no meio da Amazônia, era conhecido como o caçador de bestas.
Foi chamado para resolver um antigo mistério sobrenatural em uma cidade abandonada, que ele achou que já tinha resolvido com um antigo amigo de trabalho, o velho policial: Jhonas.
A missão dele era investigar o desaparecimento de uma menina que era herdeira de uma grande herança da sua família.
Mas no passado ele achava que era apenas mais um sequestro normal, mas quando ele chegou lá junto com seu parceiro, encontrou uma coisa estranha, que todos os moradores da região chamavam de A Besta.
No final seu parceiro morreu e a menina foi resgatada, mas ficou sem uma perna e sem dois dedos.
Por perceber essa proposta ele ficou surpreso e tentou explicar que ele já havia matado a besta e salvado a menina.
A pessoa que estava contratando ele disse que agora não era para salvar ninguém, mas acabar de vez com o mistério.
Ciente do que tinha naquela cidade, ele não podia recusar e por vingança ele iria matar a besta que matou seu amigo Jhonas.
Ele aceitou e partiu para a missão. De noite um barco veio pegar ele e disse que só iria levar ele até um ponto e depois ia embora.
Chegando lá ele ganhou uma colt M4 e viu uma pessoa, ele chegou perto e na verdade era um holograma dizendo para ele o que fazer.
A missão dele era acabar com o problema no caso só o velho policial sabia o que era o problema. Ele entrou na cidade e partiu rapidamente.
Sem esperar o velho policial foi direto para a toca da besta.
Passando perto de um préidio ele achou  uma carta e nela estava escrito que o velho policial Jhonas estava vivo.
Então a missão do velho caçador de bestas de eliminar o perigo a resgatar o seu amigo e também eliminar a besta.
O velho policial começou a correr o mais rápido possível para a toca da besta.
Quando ele chegou lá seu amigo estava amarrado com um tecido estranho. A besta viu o velho policial e tentou atacá-lo mas ele desviou do ataque e meteu bala na besta.
Meia hora depois as balas acabaram, o seu amigo Jhonas foi solto por um tiro que passou de raspão no tecido.

Ele estava solto mas desmaiado. O velho policial baixou sua guarda e levou um ataque direto no coração e morreu.
Seu amigo foi comido vivo e ele, o velho policial também foi comido.
A besta morreu e nunca acharam os corpos desaparecidos.

Os Feitiços Mágicos

autor: André Santos Gomes - 7º Ano - E.E. Barão do Rio Branco

Herói = General
Aliado = Bárbaro, Orc criança
Vilão = Uma general
Aventura = Libertar um lugar
Local = Floresta
Destaque = Algo enfeitiçado
Evento = Alguém enfeitiçado

Era uma vez um general chamado Braian, ele era dono de muitas fazendas.
Mas tinha uma pessoa que não gostava disso era a general, o nome dela era Sofia, ela não tinha tantas coisas como Braian, o sonho dela era destruir e matar Braian.
Mas ela não consegue por causa de seus aliados, um se chamava Bárbaro e outro chamava-se Orc. Eles ficavam cuidadndo da fazenda até que um dia a general Sofia decidiu atacar o general, mas de repente o seu aliado Bárbaro atacou Sofia dentro de uma floresta mas Sofia o enfeitiçou com seu cajado, ele é enfeitiçado mas de repente Orc chega com uma bola de fogo em seu cajado e Bárbaro volta ao normal os  dois amigos destroem seu exército e matam Sofia então eles dominam seu império.

O Grande Feitiço

Autora: Isabela da Silva Rosa - 7º Ano - E.E. Barão do Rio Branco

Herói = General
Aliado = Bárbaro, Orc criança
Vilão = Uma general
Aventura = Libertar um lugar
Local = Floresta
Destaque = Algo enfeitiçado
Evento = Alguém enfeitiçado

Certo dia um general chamado Edi que trabalhava em um exército decidiu libertar uma floresta de um incêndio, sozinho, pois outros generais estavam em uma viagem em outro país.
Mas ele não sabia que Vanessa (uma general muito orgulhosa e vaidosa que quer fazer tudo sozinha) estava lá.
Então em busca de ser o herói da história, Edi partiu para a floresta com seus companheiros, um Bárbaro chamado Steve e um bebê orc chamado Jake.
Vanessa estava observado Edi e seus aliados e para impedí-los resolveu lançar um feitiço que só podia ser quebrado com um beijo. Ele desmaiou na hora, seus aliados resolveram levar Edi para o castelo da princesa enquanto a Vanessa salvava a floresta.
O bárbaro e o orc levaram Edi ao quarto da princesa, onde ela o beijou, e o feitiço se quebrou.
Já que a floresta foi salva e o feitiço se quebrou, Edi tão agradecido pediu a mão da princesa em casamento.
Eles se casaram e viveram felizes para sempre.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A Orgulhosa Cigarra e as Gentis Formigas

autor: Professor Rogério

Herói: Bicho Falante
Vilão: Bicho Falante
Aventura: Aprender Algo
Local: Floresta
Evento: Tempestade

Estavam as formigas a trabalhar, cortando e carregando alimentos ao seu formigueiro, quando uma cantoria animada se espalhou pela vizinhança.
Um grupo de formigas, responsável pela segurança das trabalhadoras, localizou a origem da música: uma cigarra cantando no galho de uma árvore.
Mostrando interesse no estilo de vida da cigarra, as formigas perguntaram: - Olá cigarra, além de cantar, você se preocupa em estocar alimentos para o inverno?
A cigarra, sem perder a melodia, cantou sua resposta:
Para que estocar,
Se eu posso colher?
Prefiro mais cantar,
Ao invés de sofrer!

As formigas, interessadas na cigarra, avisaram: - Quando o inverno chegar, o alimento das árvores cairá, e o alimento do solo congelará; mas nosso formigueiro terá alimentos estocados para todo o inverno. Venha nos visitar se ficar com fome ou frio.
Ainda cantando, a cigarra fez pouco caso do convite das formigas:
Deus me livre, um formigueiro,
Viver embaixo da terra...
Sem rimas para formigueiro,
Aqui minha conversa se encerra.

E pulou cantando para outros galho.

Com o passar dos dias, chega o inverno, e o aviso das formigas se confirma.
Nas árvores e arbustos, a cigarra não encontra alimento algum, e no chão, ela so encontra o frio.
Desesperada e faminta, ela decide engolir seu grande orgulho e aceitar o convite das formigas.
Com a pouca voz que lhe resta, a cigarra canta para os vigias do formigueiro:
Peço perdão, sábias formigas,
Pelas tolices que cantei.
Se me acolherem, minhas amigas,
Belas músicas eu cantarei.

As formigas, animadas, alargaram a porta do formigueiro para receber essa visita.
E essa cigarra, nunca mais cantou outro verão, pois não sabia que formigas também se alimentam de outros insetos.

sábado, 20 de outubro de 2012

Crimes inexplicáveis, fenômenos assombrosos, ambientações sinistras. Todos esses elementos fascinam o público adolescente, e quando alguns desses elementos são apresentados, a mente já começa a funcionar, criando histórias unindo todos em uma trama de mistério.
Essa expansão do Baralho Narrativo apresenta cartas que estimularão a criação de narrativas cheias de tensão e terror, dessa vez, atingindo os alunos mais adolescentes, a partir do 8º ano de ensino.

As cartas do "Baralho Narrativo" são uma ferramenta didática que direciona este primeiro momento da criação do texto, desperta a curiosidade com as possibilidades que se apresentam a cada carta escolhida e inspira a criatividade com o desafio de colocar na mesma história os elementos escolhidos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Macaco Falante

Nome: Felipe Augusto Massoneto     6 ANO C
                        
Herói: escudeiro
Aliado: escudeiro
Vilão: bicho falante 
Aventura: vencer o inimigo
Local: em uma montanha
Destaque: lobo
Evento: duelo

O macaco falante

       Em um vilarejo, em uma montanha morava um príncipe e seu escudeiro chamado Arthur, que era muito atrapalhado, ele cuidava dos cavalos de tudo e ficava imaginando que ele seria igual ao príncipe, para quem ele trabalhava.
      Um dia Arthur teve que descer a montanha para colher o fruto, no meio do caminho tropeçou em um tronco de árvore e foi quando um lobo apareceu em sua frente e falou para ele:
       - encontre o escudeiro e derrote o inimigo 100 metros da colina.
       Arthur assustado sai correndo e tropeçando em tudo, ficou pensando, e foi diante.
      Chegando ao local avistou um escudeiro, que avisou e chamou Arthur ele deu uma espada e falou para encontrar um macaco falante que esta mandando informações, para agentes que queria destruir o reino Lobo. Arthur entrou em uma floresta e começou a ouvir falas:
       - Vem me pegar!
      Arthur saiu correndo atrás do macaco, subiu a montanha, chegando até o topo da montanha  o macaco saltou e foi quando apareceu um lobo com uma armadura de ouro,o macaco pegou a espada e começou a lutar, o lobo com seus dentes afiados agarrou o pescoço do macaco e o matou.
      Arthur recebeu a espada  do lobo guerreiro de ouro do rei e foi nomeados um dos 10 guardiões.